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Mais que tecnologia: reflexões sobre ensino, aprendizagem e formação docente

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Ao chegar ao final da disciplina tecnologias digitais no ensino, percebo o quanto este percurso foi transformador para mim, tanto como estudante quanto como professor. Olhando para trás, reconheço que minha trajetória foi marcada por desafios importantes. Como profissional da área da saúde, eu não estava habituado às leituras, discussões e referenciais teóricos do campo das tecnologias digitais e da educação. Em muitos momentos, precisei me dedicar a compreender conceitos e autores que faziam parte de um universo diferente daquele com o qual estava acostumado. Ao mesmo tempo, foi justamente esse desafio que tornou a experiência tão rica. A disciplina despertou em mim a necessidade de estudar mais, buscar leituras complementares e aprofundar o conhecimento. Sinto que meu envolvimento foi crescendo ao longo do semestre à medida que eu compreendia a relevância dos temas abordados. Entre as aprendizagens que levo comigo, destaco principalmente uma mudança de perspectiva sobre as tecnologia...

Do uso técnico ao uso crítico: desafios da formação docente na cultura digital

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O PBL 11 trouxe para o centro do debate uma questão que está longe de ser nova, mas que continua urgente: como preparar professores para usar as tecnologias digitais de forma crítica, ética e pedagogicamente intencional? A situação apresentada pela professora Maria Betânia evidenciou uma problemática recorrente nos cursos de licenciatura, o domínio técnico das ferramentas digitais não garante, por si só, a transformação das práticas pedagógicas. Muitos licenciandos chegam à universidade sabendo operar plataformas e aplicativos, mas ainda reproduzem, por meio delas, os mesmos modelos tradicionais de ensino que sempre conheceram. A partir dessa problematização, os grupos se reuniram para discutir a temática e elaboraram nove perguntas que, apesar dos diferentes ângulos, convergiram para três grandes eixos de reflexão: o desenvolvimento de competências docentes para além do uso instrumental das tecnologias; a compreensão das tecnologias como fenômenos sociais, políticos e pedagógicos;...

Sala em Jogo: ludicidade, colaboração e pensamento crítico no ensino superior

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  Esta é a descrição da aula realizada ontem, 25 de maio de 2026, que marcou a resolução final do PBL 10.  A aula foi estruturada em dois momentos distintos e complementares, proporcionando uma experiência rica em reflexões sobre ludicidade, tecnologias digitais e ensino superior. O professor iniciou a aula comentando que, ao acompanhar os portfólios publicados no blog da disciplina, percebeu que os estudantes haviam compreendido a essência da proposta do PBL 10, especialmente a articulação entre ludicidade, fundamentação teórica e a construção de experiências pedagógicas significativas. Com essa constatação, os estudantes foram convidados a apresentar os jogos desenvolvidos ao longo da atividade. Apresentação do jogo "Sala em Jogo" Fui o primeiro a apresentar minha proposta. Expliquei que o jogo surgiu inicialmente a partir do uso de inteligência artificial para pensar uma situação relacionada à minha atuação como professor de Terapia Intensiva e, posteriormente, foi...