Da discussão à construção do framework
No dia 18/05, foi realizado o encerramento do PBL 9, com o tema “Design de Atividades Didáticas Mediadas por Tecnologias”. A aula iniciou com uma reflexão conduzida pelo professor acerca dos desafios do trabalho em grupo, destacando a importância da colaboração, da comunicação, da escuta e do comprometimento coletivo no processo de construção do conhecimento.
Em seguida, foi realizada uma dinâmica utilizando um quebra-cabeça, no qual os estudantes eram chamados para posicionar suas peças no painel. À medida que as peças eram encaixadas, o framework ia sendo construído coletivamente, simbolizando a importância de cada integrante dentro do trabalho em grupo e demonstrando que todas as contribuições eram fundamentais para a composição do resultado final.
A dinâmica representou o processo de construção coletiva do framework elaborado ao longo do PBL 9, produzido a partir das leituras e discussões dos referenciais teóricos estudados. O grupo teve como proposta desenvolver um framework relacionado ao design de atividades didáticas mediadas por tecnologias, considerando aspectos como planejamento pedagógico, mediação docente, integração de tecnologias digitais, aprendizagem ativa, acessibilidade, interação, colaboração e avaliação formativa.
Durante o desenvolvimento compreendeu-se que o professor exerce papel fundamental como mediador, planejador e designer de experiências de aprendizagem, realizando escolhas pedagógicas intencionais no uso das tecnologias digitais. As perguntas norteadoras do PBL direcionaram as discussões e contribuíram para a elaboração do framework, permitindo organizar de forma estruturada os principais conceitos trabalhados nos textos estudados.
Após a montagem do quebra-cabeça, os três grupos reuniram-se para discutir os pontos que não estavam contemplados em seus respectivos frameworks, bem como identificar os aspectos semelhantes presentes entre eles. Esse momento favoreceu a troca de conhecimentos, a análise crítica e o aperfeiçoamento coletivo das propostas, possibilitando compreender que um framework precisa ser viável e adaptável às diferentes realidades educacionais. A discussão evidenciou que nem todos os contextos políticos, estruturais e institucionais favorecem o desenvolvimento de determinadas atividades, tornando necessário pensar em estratégias acessíveis e possíveis de serem executadas dentro das condições existentes.
Logo após a turma discutiu a importância das leituras realizadas para a construção do artefato final, o framework, destacando como o embasamento teórico foi essencial para fundamentar as escolhas pedagógicas, organizar as ideias e desenvolver um material coerente com os princípios da aprendizagem ativa e do uso significativo das tecnologias digitais.
A aula proporcionou um momento de integração, reflexão e consolidação dos conteúdos trabalhados no PBL 9, reforçando a importância do trabalho colaborativo, da construção coletiva do conhecimento e da articulação entre teoria e prática no desenvolvimento de atividades didáticas mediadas por tecnologias.
No segundo momento da aula, iniciamos as discussões do PBL 10, com a temática “Ludicidade, Tecnologia e Ensino” no contexto do ensino superior. Durante a aula, debatemos a problemática central apresentada no caso, refletindo sobre os desafios relacionados à baixa participação discente, às metodologias tradicionais de ensino e à integração das tecnologias digitais e da ludicidade nas práticas pedagógicas universitárias. As discussões permitiram analisar possibilidades, limites e tensões dessas estratégias no processo de ensino-aprendizagem, considerando também a importância da formação docente e da participação ativa dos estudantes.
A atividade proposta para o PBL é elaboração individual de atividade pedagógica envolvendo ludicidade, tecnologias e ensino, com base nas referências teóricas do PBL 10.
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